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Dom Antonino

Dom Antonino
12/08/2016    14h59
Sinal de Contradição

PALAVRA - Evangelho segundo S. Lucas 12,49-53. 
Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: «Eu vim trazer o fogo à terra e que quero Eu senão que ele se acenda? Tenho de receber um batismo e estou ansioso até que ele se realize. Pensais que Eu vim estabelecer a paz na terra? Não. Eu vos digo que vim trazer a divisão. A partir de agora, estarão cinco divididos numa casa: três contra dois e dois contra três. Estarão divididos o pai contra o filho e o filho contra o pai, a mãe contra a filha e a filha contra a mãe, a sogra contra a nora e a nora contra a sogra». 
MENSAGEM - O Evangelho de Lucas, que meditamos nesse ano litúrgico, apresenta caminhada de Jesus para Jerusalém. É um itinerário espiritual, ao longo do qual Jesus vai educando seus discípulos e alertando sobre as consequências no seguimento fiel ao Mestre. O profeta sempre foi e sempre será um sinal de contradição. As Leituras ilustram essa verdade. A 1ª Leitura propõe o exemplo de JEREMIAS, que foi escolhido por Deus para anunciar uma mensagem dura, contrária à opinião do rei e dos generais do exército. (Jr 38,4-6.8-10) A 2ª Leitura nos alerta a permanecermos firmes em todas as provações, para superarmos com galhardia todas as dificuldades, como os atletas numa competição. (He 12,1-4) No Evangelho, Jesus está a caminho de Jerusalém. É uma viagem teológica e de julgamento, na qual Jesus lança desafios a quem deseja segui-lo. (Lc 12,49-53) À medida que caminhamos com ele, purificamos nosso olhar e direcionamos nossos passos no caminho certo. Não devemos ter medo das divisões provocadas pela sua palavra. O Anúncio da verdade suscita oposição. Jesus pede uma opção pessoal consciente, que assume os riscos, inclusive a rejeição dos familiares, para pertencer à nova família, cujo laço de unidade não é o sangue, mas o compromisso com a Palavra. É nesse sentido que Jesus traz divisão. Ela não é essência do seu projeto e sim consequência. Jesus que caminha exige opções maduras e consequentes. É estranho que a fé em Cristo crie inimigos, ponha obstáculos. Isso é a realidade, porque o amor e a verdade têm na cruz o seu preço. Não há amor verdadeiro que não acarrete sofrimento, não há verdade que não fira. O profeta é aquele que anuncia a verdade profunda dos fatos. Uma vez que a realidade dos fatos é a ação imprevisível de Deus, que move para a liberdade, suscita ela sempre no homem a dúvida, o medo do risco, a oposição, pelos quais se manifestam o orgulho e o pecado. Da verdade nasce a incerteza, porque o homem prefere a segurança da prudência humana ao abandono à imprevisibilidade de Deus. 
Escolher Cristo é angariar inimigos. O cristão, ao se pôr do lado de Cristo, entra, por isso mesmo, na luta. Não pode considerar-se nem conservar-se um neutro. Através história da humanidade transparece a vontade de comunhão, de esforço, de colaboração do cristão, mas seu plano de libertação não podem deixar de suscitar dissensões na família, entre os amigos, na sociedade, impor opções que impedem a tranquilidade de muitos. Isto é inevitável porque é sobre os valores e os significados que estão em jogo a luta e a vida, e é sobre esses significados que se faz a comunhão ou surgem as oposições. O cristão supera a divisão com o amor gratuito. O cidadão do reino está em paz com quem, como ele, aceita a própria morte para que o outro viva, entra em comunhão com quem vive na esperança. Mas estará separado de quem não busca a verdade, o amor e a justiça, e experimentará a realidade das palavras de Cristo: “Pensais que vim trazer a paz à terra? Não, digo-vos, mas a divisão”. Ele, porém, supera a divisão com o amor. Mesmo que sua palavra e a sua ação criem divisões e oposições, ele não paga o mal com o mal, mas sabe vencer o mal com o bem. Retribui o ódio com o amor. Que tipo de Igreja somos hoje? Profética como Jesus e Jeremias? Que tipo de cristãos somos nós?   De conveniência, de tradição ou conscientes, consequentes e participantes? Aos PAIS que testemunham o Bem e a Verdade, a nossa eterna gratidão!... Pe. Antônio G Dalla Costa - 14.08.2016
Notícias diocesanas
Compromissos de Dom Antonino:
6ª f, dia 12 agosto
Em Figueirão, celebra na festa da Padroeira.
Sábado, dia 13 de agosto
Na comunidade do Jaurú, celebra na festa da Padroeira.
Domingo 14 de agosto
Celebra na São Francisco, às 07,00 hs. e na Sta. Luzia, às 09,00 hs.
À noite, Crismas em Rio Verde.
15 a 22 de agosto - Dom Antonino participa do Congresso Eucarístico Nacional, em Belém – PA.

 


   
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