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MS deve ter investimentos de R$ 11 bi de indústrias até 2019
Celulose e suinocultura puxam empreendimentos

Correio do Estado              18/01/2018    08h58
foto: Divulgação/Google

Após um ano retraído em investimentos de maior porte e atraso na operação de novas indústrias, Mato Grosso do Sul espera, pelo menos, R$ 11 bilhões de investimentos nos próximos dois anos. Os recursos serão empreendidos em projetos de celulose, suinocultura, ureia líquida, açúcar, entre outros. 

Somente da terceira planta de celulose da Fibria, que foi confirmada em Três Lagoas, seria algo em torno de R$ 8 bilhões, adianta o secretário de Produção, Jaime Verruck. Ele salienta ainda que, em Caarapó, está prevista a instalação de uma fábrica de açúcar demerara.

Outro empreendimento à vista é uma indústria que vai importar 100 mil toneladas de ureia líquida da Bolívia. Aqui, a matéria-prima será misturada com a vinhaça produzida nas usinas de etanol e o produto final será utilizado como adubo nas lavouras. “A empresa ainda está definindo local, visando a melhor logística”, frisou o secretário.

No setor de suinocultura, os destaques são a Cooperativa Alfa, que pretende investir R$ 200 milhões na produção de suínos, e a fábrica de ração em Sidrolândia ou Nova Alvorada do Sul. Além de ração, o empreendimento também será capaz de produzir 10 mil matrizes suínas. A produção vai atender a planta industrial da Aurora, em São Gabriel do Oeste, fortalecendo a cadeia produtiva da suinocultura no Estado.

Em São Gabriel do Oeste, a Cooasgo, em parceria com a Agroceres, quer instalar um matrizeiro que pode ser implantado em Rio Verde. No local, serão produzidas as avós das matrizes.

O terceiro empreendimento que teve o licenciamento ambiental emitido no ano passado é da Fazenda Córrego Azul, do suinocultor Helder Hofig, de Brasilândia. Ele está ampliando as atividades com a instalação de mais 4.850 matrizes.

Essa empresa recentemente recebeu licença de instalação de uma pequena central termoelétrica para geração de energia por meio de biogás. “Essa empresa está dentro da sustentabilidade, nós acreditamos que está na linha do que a gente prevê. Eles vão recolher todos os resíduos, colocar no biodigestor e produzir o biogás, que vai gerar energia para tocar toda a suinocultura. Nós esperamos que até fevereiro o sistema já esteja em operação”, frisou o secretário.


   
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