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Sonho desde a bola de gude: Valdívia chega ao São Paulo certo de sucesso
Meia-atacante veste a camisa 21, mostra ânimo para retomar auge e revela ansiedade maior do que a normal para estrear pelo clube que torcia na infância

Lance              09/02/2018    14h28
foto: Maurício Rummens

Valdívia recebeu a camisa 21 do São Paulo de Raí nesta sexta-feira e sorriu, classificando-se como "pokabeleza" e chamando o diretor executivo de futebol de "pokocharme". Foi com esse espírito que o sexto reforço do clube foi apresentado. E com a certeza de que, realizando o sonho que já tinha quando era criança em Jaciara, no Mato Grosso, retomará o auge da carreira.

- Agradeço a Deus e a todos. Vivo um sonho. Meus primos são-paulinos sempre me falaram para torcer pelo time, e sempre tive esse carinho. Eu jogava bola de gude, nem futebol olhava. E estou com essa oportunidade que eu, quando não era nada, só uma criança, já queria. Nem tinha condição de ter camisa do São Paulo, agora terei de sobra. Que seja uma caminhada muito boa. Espero ser muito feliz - disse o jogador de 23 anos.

Antes de entregar o uniforme ao meia-atacante, que foi emprestado pelo Inter até dezembro, Raí destacou que o Tricolor é capaz de recuperar o potencial de Valdívia. E o jogador tratou de deixar para trás qualquer prejuízo físico pela cirurgia no joelho esquerdo, em novembro de 2015, acreditando até que foi bem no Atlético-MG, embora o clube mineiro tenha preferido abrir mão de seu contrato até maio para economizar salários de um reserva.

- Venho trabalhando forte. No ano passado, tive uma temporada muito boa, mas gols não saíram. Na minha função tática, fui bem. É trabalhar, pensar positivo, só mentalizar coisas boas que fiz e tenho qualidade para fazer. No São Paulo, tenho certeza de que vai dar certo, um ano diferente para mim e para o São Paulo. É a primeira vez que fico mais ansioso, não vejo a hora de estrear - explicou.

- A lesão atrapalhou, mas não caí como falam. Os gols não saíram, isso pode ser cobrado. Sou brincalhão fora de campo, mas sou Valdívia porque sempre fiz por merecer dentro das quatro linhas. Sou acostumado a fazer golaço,e es á difícil fazer gol feio. Mas vou tentar fazer gol feio - sorriu, ciente de que viveu altos e baixos e precisa retomar seu auge na carreira.

- É muito difícil dizer. As coisas acontecem muito rápido. estou no sexto na carreira e já aconteceu de tudo, já foi lá em cima, já fui o "pokopika", depois tive lesão, e, hoje, estou no meio, junto com o São Paulo, um clube muito grande. Será um ano diferente para mim e para o São Paulo. Vou me doar ao máximo, com tudo que já fiz. A confiança que a diretoria passou é importante. Na diretoria, tem pessoas que jogaram futebol, fica mais fácil, entendem nosso lado, só que a cobrança é até maior, ficam mais perto. Preciso estar bem. Vim um pouco desacreditado, mas comissão técnica, diretoria e jogadores confiam, e também confio, isso que importa. Agora é ser feliz.

 


   
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