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Promotoria investiga possibilidade de "homícidio culposo"
A promotoria de Udine decidiu investigar a morte do jogador Davide Astori, capitão da Fiorentina, como "homícidio culposo"

GE              06/03/2018    09h04
foto: Divulgação

A promotoria de Udine decidiu investigar a morte do jogador Davide Astori, capitão da Fiorentina, como "homícidio culposo", em que não há intenção de matar. O procurador-chefe, Antonio de Nicolo, afirmou à TV RAI que foi aberto um processo penal “contra pessoas desconhecidas” para apurar se houve negligência no caso.
- É um dever determinar se a morte de Astori ocorreu devido a uma trágica fatalidade ou se alguém deveria ter percebido algo - disse Nicolo ao jornal “La Republica”. 
O promotor disse que não há indícios no momento que apontem para qualquer possível responsável, mas demonstrou desconfiança sobre o que ocorreu.
- É estranho que algo assim aconteça como um profissional tão vigiado. Se ele tivesse problemas cardíacos, ele sairia à luz. O início deste procedimento judicial nos permite identificar responsabilidades, se elas existem - acrescentou.
Com passagem pela seleção italiana (defendeu a equipe na Copa das Confederação de 2013, no Brasil), Davide Astori foi encontrado morto na concentração da Fiorentina na manhã de domingo. O jogador de 31 anos estava em um hotel em Udine, cidade onde a equipe de Florença enfrentaria a Udinese domingo pelo Campeonato Italiano. O zagueiro teria sofrido um ataque cardíaco enquanto dormia sozinho no quarto. 


   
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