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Rio Verde destaca “Semana da Valorização da Cultura Pantaneira” em novembro
Semana é uma das marcas do município

Assessoria              01/09/2017    12h56
foto: Assessoria

A Assessora Especial de Cultura de Rio Verde, Iria Maciak, esteve na quarta-feira 30/08, na Secretaria Estadual de Cultura, onde foi recebido pelo Secretário Estadual de Cultura e Cidadania, Athayde Nery, e secretário adjunto Ramos, tratando de assuntos referentes a Semana da Valorização da Cultura Pantaneira, que será realizada no mês de novembro em Rio Verde de MT-MS.

Este ano, a Semana da Valorização da Cultura Pantaneira, terá muitas novidades, como a dupla Victor Gregório e Marco Aurélio, que foi confirmada, para show baile Carapé da Festa Clube do Laço.

Desde 2013 a Prefeitura realiza em parceria com o Governo do Estado/Secretaria de Cultura, Sebrae/MS, Comunidade Kolping, Ponto de Cultura CTP, a “Semana da Valorização da Cultura Pantaneira”, com várias atividades culturais, gastronômica, exposições que buscaram valorizar e evidenciar a riqueza cultural presente no território e no homem pantaneiro. O Pantanal

A vida no Pantanal de Rio Verde, não é tarefa fácil, apesar da imagem de paraíso. É difícil adaptar-se ao pulso anual de inundação e ao isolamento promovido pelas águas.

Os pantaneiros são conhecedores de plantas medicinais e das condições do clima. O vaqueiro pantaneiro, guarda consigo conhecimentos de toda dinâmica do Pantanal, aprendizado necessário àqueles que precisam conduzir o gado pelas vazantes para escapar das enchentes, pois formam-se até hoje grandes comitivas de gado que atravessam os pantanais rioverdenses.

Muitos peões pantaneiros são descendentes de paraguaios que migraram procurando trabalho após a guerra do Paraguai. Entre suas habilidades estão a doma do cavalo e a confecção de artefatos de couro.

Os piscosos rios proporcionaram uma cultura de pesca em toda a região. O pescador pantaneiro, pela observação do ambiente, tornou-se conhecedor do comportamento dos peixes; sabe em quais partes do rio a fauna aquática costuma se abrigar e pela observação do nível das águas reconhece se vai dar peixe.

O tereré, mate gelado, é costume dos Guaranis e símbolo de toda a região. Amigos se encontram nas rodas de tereré para prosear e se refrescar. Já é um hábito incorporado à grande parte da população urbana de Rio Verde. O chimarrão, mate quente, é apreciado e chegou ao Pantanal com os gaúchos.

Na música, existem registros de ritmos únicos da região, como o siriri e o cururu, sons tirados da viola-de-cocho – instrumento rústico, feito do tronco de árvores e que antigamente tinha cordas de tripa de bugio. É grande a influência dos ritmos paraguaios, como a guarânia, a polca e o rasqueado, disseminados no Mato Grosso do Sul. Bailes com esses ritmos, associados ao vanerão e ao xote dos gaúchos, são frequentes nos municípios do Pantanal. Também foram criados muitos Clubes de Laço e feiras agropecuárias. 


   
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