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Instável, Brasil sofre pane no fim e perde mais uma na Copa dos Campeões
Jogando em casa, Japão arranca vitória no tie-break; seleção consegue reação incrível no meio da partida, mas não evita derrota para as donas da casa

Globo Esporte              08/09/2017    14h39

 

Embaladas pela torcida, as japonesas venceram uma seleção instável nesta sexta-feira em Nagoya, no Japão, pela terceira rodada da Copa dos Campeões por 3 sets a 2 (25/18, 25/27, 25/15, 16/25 e 6/15). O Brasil começou o jogo desatento, a recepção não foi a mesma vista nas últimas competições e o contra-ataque não era tão preciso como o do Japão. Mesmo reagindo durante a partida, as meninas não conseguiram evitar a derrota para as donas da casa, que foram eficientes na defesa e no ataque, e conseguiram desestabilizar as comandadas de Zé Roberto.

Com mais uma derrota, a seleção brasileira se complica na competição. Depois de perder para a China e Japão, o Brasil tem apenas uma vitória. Quartas colocadas na tabela com cinco pontos, as meninas encaram nas últimas duas rodadas a Coreia e o forte time dos Estados Unidos. A Copa dos Campeões é disputada no formato de pontos corridos e para ter chances de se consagrar campeão do último campeonato da temporada, a seleção precisa torcer por um tropeço da China, que lidera com 8 pontos, e vencer seus dois próximos desafios. A partida contra as coreanas está marcada para as 3h40 deste sábado.

O Jogo

O Brasil começou o jogo marcando o primeiro ponto e abrindo três, mas a vantagem das meninas logo diminuiu e as japonesas conseguiram virar. Desatentas e cometendo alguns erros bobos, as comandadas de Zé Roberto não conseguiram reverter o placar e deixaram o Japão abrir quatro pontos de diferença: 13 a 9. O técnico brasileiro foi obrigado a fazer algumas mudanças e colocou a levantadora Naiane no lugar de Roberta, e Monique no lugar de Ana Beatriz. Depois das substituições, a equipe brasileira estava mais entrosada, mas a distância no marcador era desfavorável, e as japonesas conseguiaram fechar o primeiro set por 25 a 18.

Zé Roberto desfez as mudanças, e Roberta e Ana Beatriz retornaram para a quadra. O primeiro ponto do segundo set foi decidido no desafio e as japonesas levaram a melhor. O Japão fez três seguidos e conseguiu se manter na frente. Na reação brasileira, Tandara explorou o bloqueio e virou o jogo: 3 a 4. Mais atentas, as meninas do Brasil conseguiam colocar a bola no chão e as japonesas vinham coladas no placar. Depois do tempo técnico, o saque japonês fez diferença. Um ace e dois ótimos bloqueios deixaram as donas da casa mais uma vez na frente: 11 a 7.

Zé Roberto precisou parar o jogo mais uma vez, e na volta, as japonesas cometeram dois erros seguidos, mas ainda lideravam o marcador. Imparáveis na defesa, as donas da casa salvaram duas bolas muito difíceis e arrancaram um sorriso da treinadora Nakada Kumi. O técnico brasileiro mudou novamente a equipe. Com Amanda, Naiane e Monique em quadra, o Brasil salvou quatro set points seguidos e empatou a partida em 24 a 24. O jogo seguiu equilibrado. Em um ótimo ataque pelo meio, de volta ao jogo, a central Ana Beatriz colocou a bola no fundo de quadra para fechar o segundo set: 25 a 27.

No terceiro set, Zé Roberto decidiu manter algumas mudanças. Amanda e Monique permaneceram em quadra pelo Brasil, que abriu o placar. As substituições não fizeram o mesmo efeito da parcial anterior, e novamente as joponesas conseguiram se impor e abriram uma diferença de seis pontos: 7 a 1. Se do lado brasileiro o contra-ataque não funcionava tão bem, do outro lado da quadra o ataque do Japão era preciso. A distância só aumentava e o placar chegou a 14 a 4. Ficou complicado para as brasileiras. O jogo até seguiu mais equilibrado, mas a diferença de dez pontos foi irreversível e as donas da casa fecharam o set em 25 a 15.

O Brasil voltou para o quarto set com novas substituições. A central Mara entrou no lugar de Ana Beatriz, e as brasileiras conseguiram abrir quatro pontos de vantagem logo no início da parcial. O bloqueio começou a funcionar, e pela primeira vez na partida, as brasileiras estavam na frente durante o tempo técnico: 3 a 8. Natália melhorou seu desempenho em quadra, arrancou um lindo bloqueio e depois uma largadinha para fazer 4 a 13. A passagem de Rosamaria pelo saque também pressionou as japonesas, que se complicaram na recepção e deixaram a seleção abrir ainda mais. O Japão tentou reagir e as brasileiras seguiram colocando a bola no chão. No erro de saque das adversárias, o Brasil fechou a parcial por 25 a 16, empatando o jogo.

O Japão voltou melhor para quadra no tie-break e fez os três primeiros pontos da parcial. O saque fez novamente a diferença, e a recepção brasileira parou de funcionar: 6 a 2. O bloqueio das donas da casa também foi eficiente e ficou claro que a seleção se desestabilizou do seu lado da quadra. O Brasil voltou a ter problemas para colocar a bola no chão, e Zé Roberto sacou Gabi do banco de reservas para o lugar de Rosamaria quando o placar apontou 11 a 4 para as japonesas. Quando as brasileiras se reencontraram na partida, já não era mais possível reverter a diferença, e o Japão fechou o jogo em 15 a 6.

Tabela 

05.09 – Brasil 3 x 1 Rússia (25/17, 23/25, 25/23 e 25/12) 
06.09 – 
Brasil 2 x 3 China (20/25, 12/25, 25/20, 25/23 e 17/19)
08.09 – Brasil 2 x 3 Japão (25/18, 25/27, 25/15, 16/25 e 6/15).
09.09 – Brasil x Coréia do Sul, às 3h40 (Horário de Brasília) 
10.09 – Brasil x Estados Unidos, às 2h40 (Horário de Brasília)


   
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